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Barros & Vallada Assessoria e Consultoria em Dupla Cidadania

Você sabe como solicitar ou trocar a sua habilitação brasileira pela carteira de motorista na Itália? Eu sei e vou te ensinar como fazer isso. Seja para morar ou visitar, saber disso vai te ajudar a circular por esse país lindíssimo, com paisagens de tirar o fôlego e cidades cheias de história. Vamos lá?

Como tirar a carteira de motorista na Itália?

Existem algumas opções para quem pretende dirigir na Itália que fogem do método tradicional de tirar uma habilitação do zero. O processo é mais fácil para quem já possui a carteira de motorista brasileira, e existem alternativas para quem ainda está no Brasil ou para quem já chegou no território italiano.

Permissão Internacional para Dirigir

Antes de viajar para a Itália, o brasileiro que já é habilitado pode comparecer ao Detran do seu estado e pedir a PID – Permissão Internacional para Dirigir. Este documento é válido em vários países, então é uma boa escolha para o motorista que queira dirigir também em outros lugares na Europa. Vou explicar melhor sobre ela abaixo.

Tradução juramentada da CNH

O motorista pode, ainda, providenciar a tradução juramentada da carteira de motorista brasileira e portar o documento original. A vantagem deste procedimento é que ele pode ser feito na Itália, sem a necessidade de envolver os órgãos reguladores brasileiros ou italianos.

A desvantagem é que, na Itália, grande parte das agências de aluguel de carros exige a apresentação da PID em conjunto com os documentos originais.

Patente di Guida

Para os brasileiros que possuem moram na Itália e estão com a documentação atualizada, tanto a do Brasil quanto a italiana, a melhor alternativa é a conversão da carteira de motorista para a Patente di Guida.

Esse procedimento, no entanto, possui algumas particularidades, como o tempo que o brasileiro reside oficialmente na Itália, e deve ser feito com atenção especial.

O brasileiro pode, ainda, tirar a carteira de motorista italiana do zero, o que é uma vantagem para quem nunca fez o processo antes de se mudar. Esta opção é mais cara, mas é o procedimento padrão também para quem está com a carteira vencida, já que o consulado brasileiro não faz a renovação do documento.

A carteira de motorista brasileira é válida na Itália?

Sim, a carteira de motorista brasileira é válida na Itália, e essa validade dura por um ano após a data de chegada registrada no passaporte do portador do documento.

No entanto, é recomendado que o viajante carregue consigo uma tradução juramentada para o italiano, além do documento original e o passaporte, durante a condução de automóveis.

Em caso de acidente de trânsito ou fiscalização policial de rotina, esses documentos costumam ser exigidos. Uma alternativa para quem quer dirigir com tranquilidade pela Itália é emitir a PID antes de sair do Brasil. Geralmente, essa é a melhor opção para quem quer alugar um carro assim que chegar ao país.

Como funciona a PID?

A Permissão Internacional para Dirigir é um documento que permite que o detentor da carteira de motorista brasileira tenha os mesmos direitos de um motorista local durante a sua estadia na Itália. A PID é aceita em vários países e tem validade máxima de 3 anos, mas, se a carteira de motorista brasileira vencer antes deste período, a PID terá a sua validade reduzida.

A PID é válida em todos os países signatários da Convenção de Viena, que é o caso da Itália e de outros destinos europeus como a Inglaterra, Portugal, Alemanha, França, Suíça e Holanda, que também são escolhas frequentes dos brasileiros que desejam morar na Europa.

Nestes países, sua validade varia entre 1 e 3 anos, dependendo das regras de trânsito locais, mas é interrompida assim que o portador fixa residência.

Para emitir a PID, é necessário entrar e em contato com o Detran do estado que emitiu sua carteira de motorista original. Ao preencher um formulário no site oficial local, um boleto e gerado e, após o período de expedição, deve-se ir à agência do Detran ou equivalente para buscar a permissão. Alguns estados oferecem a entrega pelos correios com o pagamento de uma taxa adicional.

Os preços para o requerimento da PID variam de acordo com o Estado. O valor mais baixo é do Detran do Rio Grande do Sul que, atualmente, custa R$66,70. Nos outros estados, o valor gira em torno de R$250 e R$400.

A PID também é indicada para quem se muda para a Itália?

Apesar de ter o mesmo valor legal que uma carteira de motorista italiana, a PID não é indicada para quem quer residir permanentemente na Itália, já que perde a sua função assim que o portador fixa residência no país. A PID é útil para quem deseja alugar um carro ao chegar na Itália, sendo exigida em alguns lugares em conjunto à carteira de motorista brasileira original, mas não é uma boa opção a longo prazo.

Quando o objetivo é a residência permanente na Itália, a melhor alternativa é converter a sua carteira de motorista na Itália para o Permesso di Guida, o equivalente italiano. Seguindo este caminho, o motorista brasileiro estará permanentemente habilitado a dirigir em território italiano, e a renovação do documento será de responsabilidade das autoridades italianas, sem a necessidade de viajar para o Brasil e fazer o processo no Detran.

É possível trocar a carteira motorista brasileira na Itália?

O brasileiro que quer dirigir na Itália deve, primeiramente, garantir que a sua carteira de motorista não esteja vencida e não vencerá em breve. Como o documento brasileiro é responsabilidade do Detran estadual, o Consulado Brasileiro na Itália não efetua a renovação da carteira de motorista ou da PID.

No entanto, para os brasileiros com residência fixa na Itália, existe a possibilidade da conversão da carteira de motorista brasileira válida para o Permesso di Guida.

Desde a assinatura do Acordo Brasil-Itália sobre Conversão de Carteiras de Motorista, os documentos dos dois países são reconhecidos como equivalentes legais. Tanto os brasileiros que passam a morar na Itália quanto os italianos que se mudam para o Brasil tem o direito de trocar a sua permissão para dirigir, sem a necessidade de fazer todo o processo de obtenção de uma carteira nova.

No entanto, essa opção está disponível apenas sob as seguintes condições:

  • Para carteiras de motoristas definitivas, válidas e em vigor;
  • Carteiras das categorias A e B. Outras categorias deverão seguir o mesmo procedimento de obtenção de uma carteira nova;
  • Somente brasileiros com residência legal na Itália há menos de 4 anos da data de solicitação podem pedir a conversão. Quando o tempo de residência superar 4 anos, os exames práticos e teóricos deverão ser refeitos e apresentados em um prazo determinado a partir da requisição;
  • Carteiras emitidas após a obtenção da residência legal não poderão ser convertidas, ou seja, viajar para o Brasil apenas para se tornar um motorista habilitado não é uma opção para quem já vive na Itália.

Vale ressaltar também que o processo de conversão da carteira de motorista na Itália exige que o cidadão brasileiro já tenha emitido documentos como a Carta di Identità, documento válido em toda a União Europeia, e a Tessera Sanitaria, que permite acesso ao sistema de saúde italiano.

Documentos necessários para solicitar a carteira de motorista na Itália

Para converter a carteira de motorista brasileira para o Permesso di Guida italiano, alguns documentos e formulários são necessários.

A lista completa, com os formulários específicos, pode ser encontrada no site do Ministero delle Infraestruture. O motorista deve entregar, além dos formulários disponíveis, os seguintes documentos:

  • Comprovante de pagamento do Ufficio Postale;
  • Um atestado médico emitido por um médico autorizado pelo Ministero delle Infraestruture (com cópia);
  • Carteira de motorista original (com cópia);
  • Tradução juramentada em italiano da carteira de motorista original;
  • Cópia do Permesso di Soggiorno, em caso de imigrantes não-naturalizados;
  • Cópia da Carta di Identità;
  • Cópia do Codice Fiscale;
  • Duas fotos 3×4, sendo que uma delas deve estar autenticada.

Passo a passo para transferir a carteira do Brasil para a Itália

Quem deseja transferir a sua carteira de motorista do Brasil deve ter em mente que o processo só pode ser solicitado por brasileiros que já possuem residência na Itália.

Assim que a comprovação de residência for obtida, o primeiro passo é marcar uma avaliação com um médico especializado, que irá emitir o atestado necessário para a conversão. Esse processo pode ser feito através da Azienda Sanitaria Locale (ASL) ou por uma autoscuola, o equivalente italiano das autoescolas brasileiras.

O tempo de espera para a consulta pode variar entre as cidades e depende do volume de requisições, mas a maior parte das autoscuoles reservam um dia da semana para receber o médico responsável pelas avaliações dos seus clientes.

Depois de marcar a avaliação médica, é importante solicitar a tradução juramentada. O serviço deve ser requisitado a um tradutor que tenha registro no sistema italiano, e você pode encontrar um profissional no site do Consulado Brasileiro de Milão.

Os prazos variam de acordo com o profissional escolhido, assim como os preços. Em média, a tradução juramentada da carteira de motorista brasileira pode ser entregue em um período que varia de uma semana a um mês.

O pagamento da taxa no Ufficio Postale é imediato, e pode ser efetuado assim que os outros documentos já citados estiverem em mãos. A autenticação da foto 3×4 pode ser feita no dia da entrega dos documentos, através de um formulário específico ou durante a avaliação médica.

As cópias dos documentos originais não precisam ser autenticadas, então podem ser feitas a qualquer momento. O que deve ser observado é que os certificados com data (a tradução, o atestado médico e o pagamento da taxa) não podem ultrapassar os três meses após a emissão.

Assim que os documentos forem reunidos, eles devem ser apresentados a uma autoscuola, que dará entrada no processo de conversão.

Como tirar carteira na Itália?

Tirar a carteira de motorista na Itália do zero é um processo semelhante ao brasileiro, com uma prova teórica e outra prova prática.

Ao contrário do Brasil, na Itália não há a obrigatoriedade de fazer um número pré-determinado de aulas teóricas, então a primeira parte do processo pode ser feita sem uma autoscuola como intermediária.

No entanto, é recomendado que o candidato estude bem as leis de trânsito do país, já que o prazo para passar no exame teórico é de 6 meses do início do processo.

Assim que o candidato passa no exame teórico, ele recebe uma permissão para aulas práticas de direção. O documento, conhecido como Foglio Rosa, é válido por seis meses e garante ao portador duas tentativas na prova prática, que já pode ser marcada depois de um mês da data de expedição.

O governo italiano exige, no mínimo, 6 aulas práticas de direção para o exame de rua, então a contratação de uma autoscuola nesta etapa é inevitável. Caso o candidato não consiga passar no exame neste período, a apresentação do comprovante de aprovação na prova teórica já permite a emissão de outro Foglio Rosa, garantindo outro prazo de seis meses e dispensando que o processo teórico seja retomado.

Quanto custa a carteira de motorista na Itália?

Tirar a carteira de motorista na Itália é um processo mais caro que no Brasil, principalmente com a conversão de reais para euros. No entanto, o procedimento de habilitação no Brasil é demorado e, muitas vezes, quem já planejou a sua mudança não consegue terminá-lo a tempo da viagem.

A conversão da carteira de motorista brasileira é a opção mais barata, mas, com o devido planejamento financeiro, tirar a carteira de motorista na Itália do zero não é impossível.

Custos de transferência do documento brasileiro

Os custos para a conversão da carteira de motorista na Itália são:

  • Taxas do Ufficio Postale: 10,20€ e 32€;
  • Consulta médica: entre 50€ e 150€;
  • Tradução juramentada da carteira de motorista brasileira: cerca de 70€.

Algumas autoescuole cobram uma taxa adicional para lidar com a burocracia dos formulários. Então, é bom se preparar para os custos dessa operação, que podem variar conforme as empresas escolhidas.

Custos para tirar carteira na Itália

Os custos para tirar a carteira de motorista na Itália do zero são:

  • Exame teórico: 200€ (para candidatos independentes) ou 700€ (para candidatos que fazem a preparação na autoscuola);
  • Seis aulas práticas obrigatórias: entre 250€ e 400€;
  • Emissão dos documentos pela Motorizzazione Civile: cerca de 150€.

Vale a pena ter carteira de motorista na Itália?

Mesmo para quem mora nas grandes cidades italianas, vale a pena ter carteira de motorista na Itália.

O país possui uma boa rede de trens inter-regionais e transporte público que conecta os grandes centros e as cidades-satélite, o que torna possível viver e trabalhar sem possuir um automóvel. No entanto, as estradas italianas são bem conservadas e possuem cenários estonteantes, fazendo com que o carro seja o meio de transporte mais utilizado para viagens curtas.

Opções de transporte privado, como os táxis e serviços por aplicativo, são comuns em cidades turísticas e aeroportos, mas possuem tarifas um pouco mais altas que as que são praticadas no Brasil. Além disso, esse tipo de serviço é escasso ou inexistente em cidades menores, dificultando tarefas como compras mais robustas de supermercado sem um carro próprio. Em conclusão, dirigir na Itália é uma escolha inteligente.

Vale mencionar que o valor para comprar carro na Itália é bastante inferior aos do Brasil. Um carro zero, com acessórios básicos, custa menos de 10 mil euros, uma vez que os impostos de produção e importação de automóveis na Itália são menores que os brasileiros.

Fonte: Eurodicas

Você já tentou montar a árvore genealógica da sua família? Se andou meio desanimado com a tarefa, saiba que ela é o ponto de partida para conhecer a história da sua família, seja para fins genéticos ou até mesmo para conquistar a dupla cidadania, portanto sua construção é muito importante. Vem saber mais e conferir dicas de como você pode montar a sua! 

Você sabe quais foram as pessoas que contribuíram para a construção da sua família? Já tentou pesquisar os dados dos seus ancestrais? Acontece que esses dados são muito mais que uma simples curiosidade, pois com ele você consegue descobrir doenças genéticas, conhecer histórias importantes da imigração e até mesmo solicitar a dupla cidadania para o país de onde seus antepassados vieram. É por isso que no post de hoje, nós vamos te explicar tudo sobre a importância e como montar a árvore genealógica da sua família.

O que é árvore genealógica?

A árvore genealógica é uma representação das pessoas que tiveram participação na existência de uma determinada pessoa ou de toda a família.

Apostamos que você já deve ter feito esse trabalho na escola, uma vez que ela nada mais é do que uma representação gráfica e simbólica daquela linha do tempo onde, normalmente, colocamos primeiramente o nome e o sobrenome do ancestral mais antigo que temos dados e, a partir dele, todos os seus descendentes em ordem cronológica, até chegar ao membro mais novo da família.

Assim sendo, sua função é ser uma espécie de histórico responsável por fazer o levantamento de dados sobre os ancestrais, de forma que fiquem conhecidas as conexões estabelecidas entre todos da família. A maioria das árvores começa com os tataravós, mas também inclui pai, mãe, avô paterno, avô materno, avó paterna, avó materna, tios, tias, primos, primas, irmãos e sobrinhos.

Sendo assim, uma boa forma para começar a montar a árvore genealógica da sua família é conversar com seus familiares sobre os antepassados mais distantes. Verifique se eles possuem as certidões de nascimento ou óbito dos parentes. A internet também pode trazer um auxílio bem bacana, uma vez que existem diversos sites prontos para te auxiliar.

Acontece que ideia de montar a árvore genealógica da sua família pode servir para diferentes motivos: saber como foi formada a história dos seus familiares, descobrir se não há uma personalidade famosa que fez parte da sua família, deixar um legado para as próximas gerações, trabalho de escola, descobrir doenças genéticas e até mesmo para pedir dupla cidadania. Então é importante saber para que a pesquisa vai servir.

Montar a árvore genealógica da sua família é o primeiro passo para o pedido de dupla cidadania

A nacionalidade pode ser adquirida de nascença ou durante a vida. Assim, tem direito ao pedido de dupla cidadania quem tem um cidadão de um determinado país nascido nesse mesmo lugar em sua linhagem como, por exemplo, os bisavós.

Logo, uma das funções mais comuns da árvore genealógica é iniciar o processo de pedido de dupla cidadania. Acontece que com essa pesquisa, você consegue estabelecer a ligação com membros familiares nascidos em outro país. Assim sendo, você estará provando que possui conexões com antepassados. Na sequência, basta conseguir os documentos para dar entrada no processo. Neste momento você pode nos enviar um e-mail!

Então se o seu objetivo é montar a árvore genealógica da sua família para tirar a cidadania será preciso levantar algumas informações ainda mais específicas. Mas, será que é complicado fazer essa montagem? O que é preciso para deixá-la completa?

Como montar a árvore genealógica da sua família

Antes de mais nada uma curiosidade: sabia que se você for a pessoa que está construindo a árvore genealógica da própria família será chamado de probandus ou cujus? Isso porque em genealogia é utilizado para designar o sujeito (homem ou mulher) a partir de quem se estabelece uma genealogia (ascendente ou descendente).

Bom, vamos ao que interessa! Para montar a árvore genealógica completa é preciso, primeiramente, descobrir de onde vieram os ancestrais de uma família. Portanto, o mais importante é realizar uma busca sobre a origem dos sobrenomes do pai e da mãe de um indivíduo.

Lembre-se que é importante fazer a pesquisa e o cadastro de cada membro separadamente, assim você terá a certeza de que as informações são reais. Uma boa ideia pode ser dividir o processo em dois, fazendo antes a linhagem materna e depois a paterna, por exemplo.

Assim sendo, a genealogia é constituída através de documentos escritos, como certidões, contratos, arquivos cívicos e religiosos, correspondência, lápides e recortes de imprensa.

Mas, o que pesquisar? Para montar a árvore genealógica da sua família de forma completa você vai precisar conseguir os seguintes dados:
– Nome completo;
– Data e local de nascimento;
– Certidão de casamento (com informações sobre a data e local);
– Certidão de óbito (com informações sobre a data e local);
– Outras documentações importantes do indivíduo;
– Fotos do indivíduo;
– Informações gerais do indivíduo (profissão, escolaridade, títulos especiais);
– Se conseguir descobrir também é supervalido colocar a história da família no Brasil, a origem do nome e do sobrenome e muito mais.

Entre em contato conosco e solicite um orçamento para pesquisas e montagem da sua arvore genealógica.

Contato: barrosvallada@gmail.com

Quanto custa o processo de cidadania italiana?

Os custos para pedir a sua cidadania italiana podem variar de acordo com a linha genealógica da sua família e a modalidade escolhida.
A pergunta mais comum quando pensamos em ter o passaporte italiano é: quanto custa o processo de cidadania italiana?
Basicamente, o valor varia de acordo com a quantidade de documentos durante o processo.
O meio escolhido para a solicitação também irá interferir no valor. Ou seja, se o processo é feito através dos consulados italianos, pelo comune (município) na Itália, ou através do Tribunal de Roma.
O custo do processo de cidadania italiana varia dependendo do caso. Principalmente por conta da documentação necessária para dar entrada no requerimento.
Se a linha genealógica inicia no seu bisavô, por exemplo, você precisará de aproximadamente 9 certidões. Entretanto, caso você seja neto de um cidadão italiano, a quantidade de documentos é menor.
A retificação dos documentos, se necessária, também irá afetar o valor final. Pois, em alguns casos, as certidões contêm erros de transcrição ou alteração nas datas.
Para evitar erros, é necessário analisar todas as certidões com cuidado e fazer as retificações. Nesse sentido, quanto mais erros são encontrados, maior é o custo para requerer a sua cidadania.
Para você ter ideia de quanto custa o processo de cidadania italiana, confira todos as etapas obrigatórias abaixo:
• Emissão de todas as certidões em inteiro teor (nascimento, casamento e óbito);
• Pesquisa de documentação na Itália (se for necessário);
• Correção de erros nas certidões (se for necessário);
• Tradução juramentada das certidões para o italiano;
• Apostila de Haia (na original e na tradução);
• Por fim, emissão dos documentos (passaporte italiano e identidade).
Custo do pedido de cidadania italiana no Brasil
A solicitação da cidadania italiana no Brasil é a mais em conta. Porém, o tempo de espera pode ser de 10 até 15 anos. Pois há um grande número de solicitações.
Levando em consideração os gastos com a documentação, assim como a taxa de 300 euros cobrada pelos consulados, o valor final é de aproximadamente R$ 5 mil.
Fazer o processo da cidadania italiana no comune
Também é possível solicitar a sua cidadania residindo na Itália. Certamente, essa opção é muito mais rápida do que ficar na fila de espera dos consulados.
Porém, para saber quanto custa o processo de cidadania italiana via comune considere que:
• Você terá que pagar as passagens aéreas para a Itália;
• Todos os custos para emitir a documentação e, se preciso, retificar os documentos;
Além disso, você terá gastos com moradia, alimentação e transporte. Já que precisará residir no país por um tempo determinado.
Dessa forma, o custo total do processo pode chegar a R$ 30 mil ou mais. Vale lembrar que seus custos na Itália serão em euros.
Tirar cidadania através do tribunal em Roma
Se você deseja solicitar a cidadania através da justiça, o valor é outro. Em média o requerente irá gastar R$28 mil, (dependendo da cotação do euro e honorários advocatícios italianos mais taxas judiciais)
Os custos para pedir a sua cidadania italiana podem variar de acordo com a linha genealógica da sua família e a modalidade escolhida.
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Será um prazer fazer parte da sua historia, resgatar suas raízes ou mesmo, realizar o seu maior sonho.

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visto de aposentado na Itália é o primeiro passo para estabelecer a residência no país da bota e curtir os anos de aposentadoria com tranquilidade. Confira neste artigo como funciona o processo para obter tal visto e como realizar a sua mudança de forma legal e segura. Buona lettura!

Como funciona o visto de aposentado na Itália?

Morar na Itália é o sonho de muitas pessoas e após anos de trabalho, a tão sonhada aposentadoria chegou. Mas será que existe um visto especialmente para quem quer morar na Itália como aposentado?

Sim! Ou melhor: sì! O visto de aposentado na Itália entra na categoria do chamado “Visto per residenza elettiva“, ou seja, um tipo de visto para quem optou estabelecer residência fixa no país, mas que não pretenda exercer nenhuma atividade remunerada.

Portanto, essa opção é válida não somente para quem se mudar para o país como aposentado, mas também para quem possuir investimentos no Brasil ou em outros países e vive de renda.

Vantagens de morar na Itália aposentado

A vantagem de morar como aposentado na Itália é que o governo italiano possibilita, do ponto de vista fiscal, alguns incentivos, como o imposto de somente 7% sobre o patrimônio e rendas produzidas no exterior por cinco anos (o valor para quem possui rendas no exterior é de 26%).

Essa taxação diferenciada é voltada especificamente para quem decidir escolher uma cidade com menos de 20 mil habitantes em uma das oito regiões do sul do país, que são: Sicília, Calábria, Sardenha, Campânia, Basilicata, Abruzzo, Molise e Puglia.

Quem pode solicitar o visto de aposentado na Itália?

O visto de aposentado na Itália pode ser solicitado por todo e qualquer cidadão brasileiro que, como mencionado acima, não tenha a intenção de exercer atividade remunerada no país.

Quais os documentos necessários para solicitar o visto?

Para solicitar o visto de aposentado, é necessário:

  • Formulário de requerimento de visto;
  • Foto (no formato italiano: 3,5×4,5cm);
  • Passaporte válido;
  • Comprovante de renda;
  • Comprovante de aposentadoria;
  • Comprovante de residência na Itália.

    Lembre-se sempre de fazer a apostila de Haia toda a documentação original, traduzir via tradutor juramentado e, logo após, apostilar as traduções.

    Como comprovar os rendimentos de aposentado?

    Para comprovar os rendimentos de aposentado, e consequentemente, solicitar o visto de aposentado na Itália, você deverá apresentar:

    • Documento que ateste a aposentadoria, com valor mensal;
    • Comprovante de renda, como extrato bancário;
    • Comprovante de imóveis e bens, como a declaração integral de Imposto de renda.

    Todos os documentos deverão ser traduzidos por um tradutor juramentado e apostilados em Cartório.

    Precisa tirar o Permesso di soggiorno?

    Lembre-se que além do visto, você deverá solicitar o Permesso di soggiorno per residenza elettiva. Para solicitá-lo, você também deverá apresentar:

    • Selo fiscal (marca da bollo) de 16€;
    • Passaporte;
    • Comprovante de residência (contrato de aluguel, por exemplo);
    • Documento que ateste a aposentadoria, com valor mensal;
    • Comprovante de renda, como extrato bancário;
    • Comprovante de imóveis e bens, como a declaração integral de imposto de renda;
    • Seguro-saúde.

    Além dos documentos acima, você deverá pagar:

    Taxas Valor
    Emissão do Permesso 30,46€
    Anual do permesso (ou bianual) 40€ (ou 50€)
    Expedição 30€
    Total 100,46€ (ou 110,46€)

    Após o pagamento das taxas e o envio dos documentos – que deverá ser realizado diretamente nos Correios italianos -, o cidadão estrangeiro deverá agendar um atendimento na Questura (Delegacia de Polícia), órgão responsável pela emissão do Permesso di soggiorno.

    Qual o valor do visto de aposentado na Itália?

    O custo do visto de aposentado na Itália é de 116€ e tem duração de um ano.

    Onde solicitar o visto de aposentado?

    O visto para o país deve ser solicitado no Consulado italiano mais próximo de sua residência ou na Embaixada italiana, caso você more na jurisdição de Brasília e do norte do Brasil. Por isso, antes de começar o processo verifique qual o Consulado responsável pela região na qual vive no Brasil.

    Quanto tempo demora para o visto ficar pronto?

    O visto de aposentado na Itália demora cerca de 3 meses para ficar pronto. O nosso conselho é seguir o nosso passo a passo com no mínimo um ano de antecedência. Desta forma, você conseguirá reunir todos os documentos com calma e não se perderá no meio de tanta burocracia!

    Quem tem visto de aposentado pode levar a família?

    A resposta é sim! O visto per residenza elettiva dá direito ao titular do visto, que é o mesmo titular da aposentadoria, de se mudar para a Itália com o respectivo cônjuge e filhos (menores e maiores de idade), desde que haja um comprovante de dependência econômica por parte dos filhos maiores de idade.

    Como solicitar o visto para a família?

    Para que o visto de aposentado na Itália seja estendido para toda a família, é obrigatório, no momento da apresentação do formulário do visto, preencher os dados do cônjuge e dos filhos. É imprescindível apresentar o Imposto de renda e outros documentos – como carteira de trabalho – dos dependentes do titular do visto, para que o governo italiano consiga emiti-lo sem problemas.

    Os dependentes também deverão solicitar o Permesso di soggiorno per residenza elettiva, assim como o titular do visto. A boa notícia é que os filhos poderão converter o documento para o Permesso di soggiorno per motivi di lavoro, caso arranje um emprego, com contrato regular e devidamente registrado. Claro, neste caso, o dependente do titular do visto deverá ser maior de idade.

    Quem tem cidadania europeia precisa de visto de aposentado?

    O visto de aposentado na Itália, neste caso, serve somente àqueles cidadãos estrangeiros que não possam se estabelecer na Itália. Portando, caso seja titular de uma cidadania europeia, você poderá tranquilamente se mudar para a Itália sem problemas, não sendo obrigatório também o requerimento do Permesso di soggiorno.

    Por outro lado, o cônjuge que não for titular de tal cidadania deverá solicitar o visto e o Permesso di soggiorno per residenza elettiva, podendo – diferentemente do cidadão estrangeiro aposentado e titular de visto de aposentado – exercer atividade remunerada na Itália.

    Para saber mais  e contratar nossos serviços, entre em contato conosco nos contatos que estão  em nossa pagina inicial.

    Fonte: eurodicas

Quem tem direito a cidadania italiana?

Têm direito a cidadania a italiana os descendentes de italiano, os casados com cidadãos italianos, os residentes em território italiano, os menores de idade cumprindo alguns requisitos, aqueles que nasceram em território italiano e aqueles que possuem méritos especiais.
Estas cidadanias são denominadas na seguinte ordem:

  • Ius sanguinis, também chamada de cidadania por filiação ou descendência;
  • A cidadania por casamento (naturalização);
  • A cidadania por residência em território italiano;
  • A cidadania por idade menor;
  • A cidadania por nascimento em território italiano, também chamada de ius solis;
  • A cidadania por méritos especiais e por leis especiais.

A seguir, conheça cada uma delas.

     1. Cidadania italiana por descendência

A maioria dos casos existentes de cidadania italiana no território brasileiro se dá pela por razão da descendência. Saiba que esta não possui limite de gerações. Ou seja, poderá ser tanto o seu avô a lhe transmitir a cidadania, como o seu trisavô ou mesmo o seu octavô, se for o caso.

      2. Cidadania italiana por casamento

Quando um dos cônjuges já é italiano, a cidadania se dá pelo casamento. Trata-se, na verdade da naturalização por casamento, onde o casal necessita ter dois anos de casamento, caso residam na Itália. Se o casal não reside na Itália, reside no Brasil, por exemplo, serão necessários três anos para a finalização do processo, a contar da data da realização do casamento.
Esses períodos são reduzidos pela metade se o casal possuir filhos nascidos ou adotados. Importante saber que é necessário a existência do registro do casamento, pois a união estável não é reconhecida na Itália. Também é exigido o conhecimento da língua italiana, em nível B1,  pelo cônjuge.

3. Por residência em território italiano

Para os estrangeiros oriundos de países não pertencentes à União Europeia normalmente, é exigida uma residência legal no território de pelo menos 10 anos (artigo 9, letra f), mas há numerosos casos em que o período de residência exigido é menor, como, por exemplo:

  • 3 anos de residência legal para o estrangeiro cujo pai ou mãe ou um dos ascendentes de segundo grau em linha reta fossem italianos de nascimento, ou para o estrangeiro nascido na Itália e residente lá;
  • 4 anos para o cidadão de um estado-membro das Comunidades Europeias;
  • 5 anos de residência legal após a adoção pelo estrangeiro adulto;
  • 5 anos após o reconhecimento do status de apátrida ou refugiado político.

4. Cidadania italiana por menor idade

Quando a criança pode adquirir a cidadania por ato acontecido em sua menor idade, como a adoção, a naturalização dos pais como italianos ou o reconhecimento ou declaração judicial de filiação.

5. Cidadania italiana de nascimento no território italiano (ius solis)

Destina-se para alguém cujos pais sejam desconhecidos ou apátridas ou que não transmite a cidadania para os filhos; pessoas abandonadas em território italiano sem cidadania determinada.

6. Cidadania por méritos e leis especiais

A concessão da cidadania por méritos especiais pode ser aquela concedida pelo Presidente da República por requisição de órgãos, figuras públicas associações, entre outros. Já a cidadania com base em leis especiais é aquela destinada a situações de exceção, como:

  • Residentes no império Austro-Húngaro e seus descendentes;
  • Compatriotas residentes na Ístria, Rijeka e Dalmácia;
  • Residentes na Zona B de Trieste até 1977;
  • Beneficiários do Tratado de Paris;
  • Filhos ou descendentes do tratado de Osimo, etc.A cidadania italiana por descendência pode ser requerida por qualquer descendente de italiano. Ou seja, por toda a pessoa que possui um ancestral italiano, sem limite de gerações. Muito brasileiros da região sudeste e sul receberam imigrantes no século passado e no século retrasado, e todos os familiares destes imigrantes hoje podem requerer a cidadania italiana.
    Dentro deste contexto, uma série de regras devem ser obedecidas para a concessão da cidadania italiana, para saber mais, analisar suas informações e documentos, realizar pesquisas dentre outras,  entre em contato conosco através do e-mail: barrosvallada@gmail.com ou pelo WhatsApp +55.13-98152-8700

    Fonte: italianismo, sites do consulado italiano de Curitiba e em São Paulo

 

Quais as melhores cidades de Portugal para morar é um dos assuntos que mais atraem empresários e estudantes brasileiros. Por isso, a seguir nós te contamos um pouco mais sobre 10 delas.

Saber quais são as melhores cidades de Portugal é um assunto importantíssimo, uma vez que esse é um dos países que mais atraem brasileiros. E, sem dúvidas, ele tem muito a oferecer para quem deseja mudar-se a trabalho, para quem deseja estudar ou até mesmo para quem já mora no país.

Só para que você possa ter uma ideia, segundo o SEF (Serviço de Estrangeiros e Fronteiras) ao jornal português Público, o número de brasileiros morando em Portugal aumentou 43% em um ano. Dessa forma passou de 105.423 em 2018 para 150.854 em 2019. Ou seja, atualmente os brasileiros representam um em cada quatro imigrantes em terras portuguesas.

A seguir vamos falar sobre o lado bom de dez das melhores cidades de Portugal. Locais com qualidade de vida, saúde, educação, bons preços, lazer, área verde, trabalho e boas acomodações.

Confira as 10 melhores cidades de Portugal para morar

Abaixo, você confere as melhores cidades de Portugal para se viver e os motivos para elas estarem aqui na nossa lista.

  • Aveiro

Com cerca de 55.000 habitantes, ela está situada na região central do país e é conhecida como a “Veneza Portuguesa”, por ser cortada por um canal por onde circulam os moliceiros – embarcações que transportam os turistas.
Além disso, esse é o local perfeito para os estudantes, já que seu destaque é, sem dúvidas, a graduação. Só para que você possa ter uma ideia, a Universidade de Aveiro está classificada como a segunda melhor universidade de Portugal.

Lá também há boas oportunidades para quem busca emprego como o shopping, as lojas e cafés, mas especialmente na área de turismo.

Sua localização também é um dos pontos positivos, uma vez que está próxima a grandes cidades como Porto e Coimbra, e de regiões naturais como as praias. Ao mesmo tempo, a região conta com centros industriais como as fábricas. Outro ponto positivo é o fato de ser fácil de ser percorrida a pé ou de bicicleta.

Assim sendo, ela merece estar na lista, pois é prática, repleta de natureza, tem monumentos históricos que chamam a atenção e conta com boa infraestrutura. Entretanto, encontrar imóveis pode ser um pouquinho mais difícil.

  • Braga

Localizada no norte do país e considerada uma cidade de médio porte, ela tem fácil acesso a Porto, tanto de carro quanto de trem. Entre seus habitantes estão os aposentados e os universitários, justamente porque alguns dos melhores cursos de graduação estão lá.

A cidade, considerada jovem e dinâmica, também chama a atenção pela organização, por respirar cultura, pelo custo de vida justo e pela tranquilidade que a faz lembrar uma cidade do interior. Ao mesmo tempo, o local está entre as melhores cidades de Portugal por ser um dos principais centros religiosos portugueses, tendo igrejas barrocas famosíssimas. O que também chama a atenção são os parques, jardins e sua arquitetura.

Uma das grandes vantagens é o fato de o valor dos aluguéis ser mais barato, em termos de habitação.

melhores cidades de braga

  • Coimbra

Uma das principais cidades de Portugal carrega consigo a fama de ser bonita e de abrigar pessoas simpáticas. Seu porte médio faz com que tudo seja relativamente perto e com que o custo de vida seja mais baixo. Para quem busca lazer, o local é repleto de patrimônios históricos e movimentos culturais. Lá, você contará com qualidade de vida quando o assunto é segurança e saúde, sendo, inclusive, referência no país. Porém, um dos pontos negativos são as ofertas de emprego mais limitadas.

Um dos nomes dados a esse local é “Cidade dos Estudantes”, justamente por abrigar uma das universidades mais antigas do mundo.

  • Funchal

A capital da Ilha da madeira, terra de Cristiano Ronaldo, tem pouco mais de 100 mil habitantes. Essa é considerada uma das melhores cidades de Portugal por ser completa devido a qualidade de vida: saúde, educação, lazer, natureza e pontos turísticos.
A locomoção também é tranquila, uma vez que você encontrará voos para diversos locais com preços acessíveis.

Agora, se a sua intenção é conquistar um emprego, saiba que por lá a indústria do turismo é forte, ou seja, você irá adquirir uma experiência profissional valorizada internacionalmente.

Como mencionamos acima, essa é uma região de turismo e por isso a cidade é repleta de serviços ofertados pelo comércio fazendo com que os preços sejam um pouquinho mais caros que em outras cidades portuguesas. Ah, os aluguéis também seguem essa dinâmica, podendo ser comparados aos das grandes cidades.

  • Guimarães

Berço de Portugal, a cidade é um local muito limpo, bem preservado, repleto de história e cultura, com edifícios icônicos restaurados e muitos monumentos históricos.
O município possui 158 mil habitantes, ou seja, uma cidade pequena, muito charmosa, organizada, segura, tranquila e pacata, mas com uma vida intensa.
Atualmente, ela está se tornando uma cidade crucial no país por ser extremamente importante para a economia, sendo o maior exportador do país.

  • Lisboa

Localizada no litoral sul está a apaixonante capital de Portugal e principal cidade do país, e por isso, ela não poderia estar fora da nossa lista das melhores cidades de Portugal.

O local é referência em educação, abrigando as maiores universidades de Portugal. Ela também conta com hospitais de altíssima qualidade. Há ainda muitos espaços verdes e boas oportunidades de emprego.
Com uma rica vida cultural, ela é perfeita para quem busca diversão, centros de compras e noites badaladas. Além disso, lá está uma das melhores cenas gastronômicas mundiais.

Entretanto, como em qualquer outra metrópole, tem a correria do dia a dia. Outro ponto negativo é o fato de ser uma cidade grande, então o preço dos imóveis é mais caro que em outras localidades.

melhores cidades de lisboa

  • Oeiras

Esse local é famoso por gerar muitos empregos, principalmente para aqueles que possuem algum tipo de especialização. Sobretudo é uma boa cidade para quem possui um perfil empreendedor e deseja investir no seu negócio.
Já para aqueles que estão e busca de diversão e lazer saibam que lá muita coisa acontece, especialmente no verão, exemplo disso são os eventos.

Se tivéssemos que citar um ponto negativo seria o preço dos aluguéis, que costumam ser altos, justamente pela proximidade com Lisboa.

  • Porto

Com um ar de interior e transmitindo tranquilidade – talvez por ser menos movimentada que as grandes cidades brasileiras -, está a segunda cidade mais importante de Portugal e considerada a mais bonita do mundo. Aliás, lá as pessoas são muito próximas e amigas.

Essa metrópole está super na moda, seja por ter de tudo um pouco, bem como por seu dinamismo. E essas são justamente as características que a colocam entre as melhores cidades de Portugal, fazendo com que atraia tantos turistas, especialmente os brasileiros. E para aqueles que estão de mudança temos mais boas notícias: lá o emprego está em alta!

melhores cidades de portugal

  • Viseu

Uma das campeãs portuguesas em qualidade de vida por ser muito desenvolvida e ter um transporte público excelente.

Outros pontos positivos que os moradores costumam citar são as opções de lazer, como parques e centros esportivos, os locais históricos repletos de arte sacra, a arquitetura religiosa e as oportunidades de emprego – principalmente em fábricas.

  • Vila Real

No norte de Portugal está essa cidade não muito conhecida. Mas que, no entanto, merece ganhar seu lugar de destaque na lista das melhores cidades de Portugal por ser o local para entrada dos montes, ter um agradável centro histórico, muitos espaços verdes, educação de qualidade e bom acesso a saúde.

 

Com informações de: viagemeturismo.abril.com.br; estadao.com.br; queroviajarmais.com; nacionalidadeportuguesa; youtube.com, aquylacompany.com

bandeira da Itália, assim como a de outros países, tem elementos simbólicos que constituem sua identidade. Mas, você saberia dizer quais as cores e o seu significado? 

A composição da bandeira da Itália pode fazer com que ela pareça relativamente simples. Talvez porque o país tenha adotado apenas três listras verticais com um conjunto de cores e sem símbolos gráficos ou frases.

Mas, não é bem assim, afinal a bandeira da Itália deve mostrar as várias civilizações que sob a liderança do povoado de Roma fez surgir o império romano, um dos mais poderosos da história, que mais tarde se dissolveram e tornaram-se reinos. Depois, tornaram-se cidades-estados que foram invadidas por países como França, Espanha e Áustria fazendo com que os povos se reunissem em um Estado que, em 1861, formou a Itália.

Para entender: a história das bandeiras

Responda rápido, o que seria de um país sem o seu principal símbolo, a bandeira? Entretanto, adotar um símbolo único para representar uma nação é relativamente recente.

Até o século XVII, a ideia de identidade nacional era rara. Você só conseguiria ver esses símbolos em brasões de armas durante uma guerra, como no caso dos romanos que tinham insígnias para facilitar a movimentação das tropas no campo de batalha ou ainda como faziam os persas, em algo que se representa a família real como, por exemplo, o barco do rei.

Já as bandeiras da forma como as conhecemos e usamos hoje estão relacionadas ao nascimento dos Estados modernos, exemplo disso são a norte-americana e a francesa.

É isso o que nos mostra a Vexilologia, ciência que estuda as bandeiras. Estudos comprovam que foi no século XVIII e início do XIX que surgiu a necessidade de identificar a nação, de criar símbolos que as representassem. Era preciso mostrar todo o descobrimento, a história – com suas guerras e revoluções, a geografia, a cultura, a política – com suas uniões e rivalidades, e a religião.

Mas, ao pensarmos na semiótica, no significado e no sentido, como mostrar toda a bagagem do país? Qual seria a forma, o desenho e as cores apropriadas? Eis que surge a bandeira, um pequeno retângulo, mas com um peso emocional enorme, uma vez que carrega todo o símbolo de uma nação.

E com a Itália não foi diferente…

Bandeira da Itália, quais as cores?

bandeira da Itália é uma bandeira tricolor simples, intitulada pelos italianos também como il Tricolore, com três listras, todas do mesmo tamanho, na vertical. Além disso, há um padrão de proporção a ser adotado e a dimensão total oficialmente utilizada é de 2:3, altura x largura, (especificações contidas na Constituição da República Italiana).

Foi no ano de 2003 que o governo italiano definiu os padrões de cores que devem ser utilizados na bandeira da Itália:
– Verde, na parte esquerda perto do mastro
– Branco, ao centro
– Vermelho, na lateral direita

Há três interpretações para as cores da bandeira da Itália. A primeira, mais simples e utilizada por historiadores, é a de que elas remetem às características do ambiente italiano.
– O verde representa as planícies e colinas;
– O branco representa a neve do topo dos Alpes, um conjunto de cordilheiras que se estende pelo território norte da Itália;
– O vermelho representa o passado italiano, com as guerras pela independência onde o sangue dos soldados foi derramado.

Acontece que as cores da bandeira italiana são antigas. O primeiro registro do uso oficial denota da criação da República Cispadana, em 1796, pelo exército de Napoleão Bonaparte. Assim sendo, a segunda explicação diz que sua grande influência foi a Revolução Francesa, servindo como inspiração. Além disso, as cores, seriam uma referência a símbolos da época.
– Vermelho e branco que representavam a bandeira de Milão.
– Verde que fazia referência ao uniforme utilizado pela guarda de Milão.

Por último, há ainda a interpretação do contexto religioso onde o significado é outro:
– Verde: símbolo da esperança;
– Branco: exprime a fé;
– Vermelho: corresponde a caridade.

Bandeira da Itália, qual a sua história?

Como mencionamos acima, a origem da bandeira da Itália remonta a 1794. Foi quando o norte da Península Itálica foi ocupado pelas tropas napoleônicas. Ali, os franceses, liderados por Napoleão Bonaparte, derrotaram os austríacos da região. Após conquistarem a independência fundaram então a República Cispadana, escolhendo um modelo tricolor para representá-los, semelhante ao da recém-proclamada República Francesa, mas com a cor verde no lugar do azul.

bandeira da Itália, tal qual conhecemos hoje, começou a ser utilizada em 19 de junho de 1946, assim que a Segunda Guerra Mundial (1939-1945) terminou. Mas, ela só foi adotada oficialmente em 1º de janeiro de 1948. Além disso, há um Dia da Bandeira que é celebrado em 7 de janeiro.

Quanta informação bacana, não é mesmo? Para quem pensa em morar um dia na Itália, saber mais sobre a cultura e a história são pontos superimportantes para uma melhor integração e adaptação ao novo país. Por isso, aprender um pouco sobre nunca é demais, não é mesmo?

Com informações de: bbc.com; brasil.elpais.com; super.abril.com.br; mundoeducacao.uol.com.br; estudokids.com.br; escolaeducacao.com.br. aquilacompany.com.br

A nova versão do Cartão de Saúde representa a evolução tecnológica do Cartão “TS” (sem chip), uma vez que, para além dos serviços de saúde normalmente utilizáveis ​​com o TS, permite também o acesso aos serviços disponibilizados online pela Administração Pública, em absoluta segurança e respeito pela privacidade.

Para utilizar o Cartão de Saúde como Cartão de Serviço Nacional (TS-CNS), é necessário ativá-lo, seguindo as instruções fornecidas em “ Como acessar com o TS-CNS ”.

O Cartão de Saúde-CNS é gratuito, normalmente é válido por 6 anos ou igual à duração da autorização de residência e, no termo do TS, é enviado pelo Ministério da Economia e Finanças a todos os cidadãos assistidos pelo Serviço. Saúde.

O Cartão de Saúde é necessário quando o cidadão vai ao médico ou pediatra, arrecada medicamento na farmácia, agenda exame em laboratório de análises, faz consulta especializada em hospital ou ASL e, em qualquer caso, sempre que precisar para certificar o seu código fiscal.

O Cartão de Saúde é o documento pessoal que substituiu o cartão plástico do código tributário; é emitido a todos os cidadãos italianos com direito aos serviços prestados pelo Serviço Nacional de Saúde (SSN).

O Cartão de Saúde é produzido automaticamente quando o ASL comunica os dados de assistência ao Sistema TS; o envio é feito para o endereço de residência presente, no momento da produção, no banco de dados do Registro Fiscal.

Na frente do cartão de saúde estão:

Frente do cartão de saúde com dados pessoais, data de validade, caracteres em Braille e espaço para dados regionais de saúde

Frente do cartão de saúde com dados pessoais, data de validade, caracteres em Braille e espaço para dados regionais de saúde

  1. Código fiscal e dados pessoais do cliente;
  2. Local de nascimento: corresponde ao município de nascimento para os cidadãos nascidos na Itália e o país estrangeiro de nascimento é relatado ao país estrangeiro para os cidadãos estrangeiros;
  3. Província: corresponde às iniciais da província no momento do nascimento do titular, ainda que tenha sofrido variações sucessivas;
  4. Prazo de validade: é de 6 anos se a assistência for ilimitada; de menor duração, em situações particulares (por exemplo, estrangeiros com autorização de residência limitada);
  5. Formato Braille: três letras no formato Braille padrão de 6 pontos, para cegos;
  6. Área gratuita para quaisquer dados regionais de saúde que podem ser usados ​​para afixar adesivos ou símbolos regionais.

 

Equipe

O verso do Cartão de Saúde, conforme ilustrado na imagem, constitui o Cartão Europeu de Assistência à Saúde (CESD). O EHIC garante cuidados de saúde na União Europeia, Noruega, Islândia, Liechtenstein e Suíça, de acordo com os regulamentos em vigor em cada país.

Para obter os serviços, a pessoa atendida pode ir diretamente a um médico ou a uma unidade de saúde pública ou afiliada e apresentar o CESD.

A assistência é direta e portanto nada é devido, exceto o pagamento de um eventual bilhete que fica a cargo do cliente e, portanto, não reembolsável.

Observe que na Suíça e na França, onde existe um sistema baseado na assistência indireta, o pagamento dos serviços é mais frequentemente exigido. O reembolso destes benefícios pode ser solicitado diretamente no local à instituição competente (KVG para a Suíça e CPAM competente para a França); caso contrário, o reembolso deverá ser solicitado à ASL no retorno à Itália, apresentando os recibos e a documentação sanitária.

Ressalta-se que o CESD não pode ser utilizado para transferência ao exterior para atendimento altamente especializado (atendimento programado), para o qual é necessária a autorização prévia do próprio ASL.

Se o titular do Cartão de Saúde não tiver o direito de usar o CESD, ele é invalidado ao imprimir asteriscos.

Verso do Cartão de Saúde com banda magnética, Código Tributário em formato "código de barras" e identificação do Estado que emite o Cartão

Os dados informados, com exceção do código de barras, só são expostos se o cidadão tiver direito à assistência à saúde no exterior.

  1. Tira magnética onde são registradas as informações pessoais do paciente;
  2. Código de imposto em formato de ‘código de barras’ (código de barras);
  3. Código de identificação do Estado que emite o cartão (para a Itália a sigla é IT, de acordo com o código ISO 3166-1);
  4. Dados do cliente (apelido, nome, data de nascimento, número de identificação pessoal, número de identificação do cartão e data de validade). Se um cidadão não tiver direito a cuidados de saúde no estrangeiro, os dados reportados no EHIC serão marcados por uma série de asteriscos.Fonte: https://sistemats1.sanita.finanze.it/

Qual será o custo de vida na Itália? Será que é um país caro?”

Cálculos, cálculos e mais cálculos! Decidir se mudar para um lugar novo e recomeçar a vida requer tempo, dedicação, estudo e, claro, muita cautela e paciência. Uma das dúvidas que surge, durante os primeiros preparativos, é justamente sobre o custo de vida: aluguel, boletos e gastos com a casa, supermercado, lazer.
Neste artigo, você encontrará explicações sobre os gastos na Itália, o poder aquisitivo do país, além de informações sobre o salário médio italiano.

O custo de vida na Itália é alto?

O custo de vida de uma cidade ou de um país é bastante relativo. Isso porque a equação por trás do indicador “custo de vida” parece muito simples, mas é bastante complexa.
Grosso modo, o “custo de vida” seria algo como a soma dos preços pagos pelos serviços oferecidos em um determinado contexto sociogeográfico. Porém, fica implícita a ideia, por exemplo, de poder de compra. Uma cidade pode ser barata, mas se o poder de compra for muito baixo ou limitado, assim como a renda, ela vira “cara” para quem mora ali. Entende?
Por isso, vamos tentar mostrar um quadro geral do custo de vida, tendo em conta os valores médios dos gastos gerais no país e, claro, a qualidade de vida na Itália.

Custo médio

Segundo o banco de dados Numbeo, o custo de vida para uma pessoa no país é de cerca de 800€ sem aluguel. Mas tenha presente que o custo de vida em Roma, por exemplo, é diferente do custo de vida de uma cidade menos turística, como Turim!

Aluguel na Itália

O aluguel é o primeiro ponto da lista de custos de quem pretende morar na Itália. Os preços tendem a variar de cidade para cidade e, claro, de norte a sul.
A tendência é que o aluguel seja mais caro nas capitais das regiões e nas cidades grandes do norte do país, o que deixa o custo de vida na Itália um pouquinho alto. Cidades como Milão, Roma e Florença costumam ter os aluguéis mais caros do país.
Em cidades médias, por outro lado, o preço médio dos aluguéis de um apartamento com um quarto, considerando os valores de apartamento no centro e mais afastados, é o seguinte:

Cidade e região Localização Preço médio do aluguel
Verona, Vêneto norte 583€
Arezzo, Toscana centro 491€
Salerno, Campânia sul 550€

Custo para comprar casa na Itália

Comprar casa na Itália pode ser uma ótima solução para fugir do aluguel. Naturalmente, a variação de preços também se faz presente quando o assunto é comprar casa. O m² muda de cidade para cidade e, principalmente, de região para região.

Cidade e Região Localização Preço m²
Módena, Emilia Romanha norte 2.240€
Gênova, Ligúria norte 2.210€
Foligno, Úmbria centro 1.275€
Ascoli Piceno, Marche centro 1.950€
Catanzaro, Calábria sul 1.025€
Catânia, Sicília sul 1.735€

O governo italiano oferece muitas alternativas para a compra da casa própria, principalmente para cidadãos italianos que pretendam reingressar ao país e não tenham nenhum imóvel.
Pode ser uma grande ajuda, desta forma, o custo de vida na Itália cai um pouquinho, uma vez que o aluguel tende a ser proporcionalmente mais alto do que uma mensalidade do financiamento.

Pensando em se mudar para a cidade eterna? Veja, neste artigo, os quartos para alugar em Roma.

Alimentação na Itália

A Itália tem uma grande vantagem: é um país autossuficiente do ponto de vista da agricultura. A maioria das cidades encontra-se próxima a cidades pequenas, o que faz com que as verduras sejam “km 0”, ou seja, direto do produtor, sem intermediários.
Vejamos o valor médio gasto por duas pessoas por mês, em diferentes cidades, e alguns exemplos de refeições e alimentos:

Cidade e região Localização Preço Salário médio
Bologna, Emília Romanha norte 140€ 1.470€
Verona, Vêneto norte 130€ 1.600€
Ancona, Marche centro 150€ 1.300€
Viterbo, Lazio centro 135€ 1.450€
Bari, Puglia sul 105€ 1.350€
Reggio Calábria, Calábria sul 100€ 1.000€
Itália 130€ 1.400€

Podemos dizer que, em média, o mercado corresponde a cerca de 5% do salário médio italiano. Dentre todos os gastos mensais, esse é o que menos influencia no custo de vida na Itália.

Contas da casa na Itália

Os boletos… Sempre eles! Infelizmente, eles existem na Itália também, afinal nem tudo é perfeito!
Brincadeiras a parte, as despesas com as contas ocupa a maior parte do custo de vida na Itália. Isso porque, além dos gastos usuais, como água, luz, telefone/internet, gás, você vai precisar pagar a taxa do lixo e o famoso aquecimento! Geralmente, este está incluído no condomínio ou na conta de gás, vai depender da sua casa.

Utilidade Preço médio
Água 20€
Luz 30€
Gás e aquecimento 30€ (70€ no inverno)
Taxa do lixo 25€
Internet 30€
Celular 15€
Total 150€ (ou 190€ no inverno)

Destine, pelo menos, 20% do seu salário ou budget mensal para os gastos mensais fixos.
Dica: confira no nosso artigo sobre vagas de emprego na Itália.

Transporte na Itália

O transporte público urbano na Itália, compreende ônibus, metrô, bonde (“tram”) e, muitas vezes, algumas linhas de trem no perímetro urbano e táxi.
Normalmente um bilhete dura 70 minutos e custa, em média, 1,50€, enquanto que o bilhete mensal sai por volta de 35€. Se você usa bastante o transporte coletivo, o bilhete mensal é sempre a melhor opção, uma vez que o uso é ilimitado! Deste jeito, você conseguirá abaixar um pouco o custo de vida na Itália mensal e dar uma trégua para o seu bolso!
O transporte extraurbano, por outro lado, engloba os trens e ônibus intermunicipais ou inter-regionais. O preço desse tipo de transporte vai depender da distância entre o seu ponto de partida e o seu destino.
No site da Trenitalia, você pode consultar o preço dos tickets. Para saber o custo de cada linha de transporte público municipal, você deverá consultar o site de cada empresa.
Custo transporte na Itália
Em relação ao transporte rodoviário, uma boa notícia: somente as autoestradas possuem pedágios! O tráfego é “gratuito” nas rodovias (chamadas “Superstrada”) e estradas locais (que podem ser “Strada comunale” ou “strada provinciale”). O preço médio por km rodado é de 0,08 € nas autoestradas.
Se você pensa em comprar um carro na Itália, saiba que a despesa mais importante será com o seguro, que é obrigatório. Sem ele, você não pode sair de casa! É um gasto que pode pesar no custo de vida na Itália, mas que pode ser parcelado. Normalmente, o seguro custa de 600€ a 2.500€ por ano.

Saúde na Itália

A saúde na Itália é universal, mas não é gratuita. O preço a ser pago pelas consultas, remédios e exames é calculado com base no imposto de renda de cada família. A lógica é: se você tem mais recursos econômicos, paga mais; se, por outro lado, a sua renda é baixa ou você se encontra momentaneamente desempregado, você paga menos ou é isento das taxas.
Um plano de saúde particular custa, em média, 250€/ano, para uma pessoa maior de idade. Se você for regularmente residente no país, mesmo sendo estrangeiro, você também tem direito a usufruir o sistema público de saúde. Os brasileiros, por exemplo, podem ter acesso ao sistema de saúde público pelo IB2.
Outra alternativa é realizar consultas com um médico particular e, no final do ano, pedir o reembolso através do imposto de renda.
Outra dica: toda vez que você for à farmácia comprar um remédio, você pode usar a Tessera Sanitaria para registrar o seu gasto. Caso você não seja isento ou o remédio que você precisar comprar não seja coberto pelo SSN (Sistema Sanitario Nazionale, o “SUS” italiano), você também pode pedir o reembolso através do IR.
Cada cidadão tem direito a um “medico di base”, que será o responsável por todas as consultas que você precisar fazer. Antes de realizar uma consulta com um especialista, você precisa passar por ele. Deste modo, ele te dará a documentação necessária, chamado “ticket”, para marcar uma consulta com o profissional certo.
A saúde é a coisa mais importante e, exatamente por esse motivo, não deixe de destinar, com as contas do custo de vida na Itália, um mínimo que seja, para a sua saúde.

Custos de lazer na Itália

A Itália é um país rico de cultura e opções de lazer, como teatros, cinemas, museus e galerias, academias e parques, bares e cafés, restaurantes, passeios e muitas cidades para visitar!

Item Preço
Academia 40€/mês
Cinema 8€
Museu 8€
Jantar (dois pratos, vinho, água) 25€
Aperitivo 10€
Gelato 2,50€

Resumo do custo de vida na Itália

Como vimos acima, o custo de vida na Itália depende de muitos fatores, como o salário e o poder aquisitivo, até a cidade na qual vai viver, enfim, dos seus objetivos e metas.
Grosso modo, podemos dizer considerando o que o país oferece aos seus moradores, o custo de vida na Itália não é alto. É possível economizar e morar bem. Em resumo, o custo de vida médio na Itália para uma pessoa é de:

Item Preço
Aluguel (apartamento de 1 quarto) 595€
Alimentação 130€
Contas da casa 150€ (ou 190€ no inverno)
Transporte 35€
Saúde 250€/ano (plano de saúde particular)
Lazer 130€
Total 1.061€ – 1.101€

Itália x outros países

O custo de vida na Itália é maior que países como Portugal e Espanha. De acordo com uma comparação feita entre Itália e Portugal no Numbeo, em média, o custo de vida na Itália é 25% – 30% maior.
Porém, o salário na Itália é 40% mais alto do que em solo português. A Espanha também apresenta um custo de vida mais baixo em relação ao país da bota, apresentando também pouca diferença salarial com a Itália.
Urbino na Itália

Quanto é um bom salário para viver na Itália?

A Itália não tem um salário mínimo nacional, por isso, não é possível estabelecer um parâmetro em relação a ele. Mas considerando todas as informações que vimos acima, podemos dizer que um bom salário para viver na Itália com certa folga e arcar com os custos de vida é de:

Região Salário médio
Norte 1.600€
Centro 1.300€
Sul 1.200€
Itália 1.400€

Claro, cada um de nós tem um objetivo diferente no final do mês. Para alguns, é importante sair para comer fora todo final de semana, para outros, fazer compras é mais interessante. Lembre-se, esse valores são estimativas para ajudar você durante o seu planejamento mensal.

Afinal, a Itália é um país caro?

Eu diria que a relação custo-benefício vale a pena. Até mesmo em cidades um pouco mais caóticas, como Roma e Milão – sem falar da super-turística Veneza – é possível levar um ritmo de vida saudável, sem gastar demais.
Mais uma vez, tudo isso vai depender do que você procura. Antes de escolher a cidade onde morar, pergunte a si mesmo:

  • O que eu procuro nesta cidade?
  • Tranquilidade ou agitação?
  • Prefiro morar perto de tudo ou morar mais afastado e ter uma qualidade de vida melhor?
  • Quanto estou disposto a pagar pelo meu conforto?
  • Eu uso transporte público?

Espero que conhecer o custo de vida da Itália tenha sido útil para diminuir a distância entre o seu sonho e a realização dele. Para saber mais sobre nos envie um email barrosvallada@gmail.com
Fonte:Eurodicas

 

A pandemia provocou diversas mudanças no mundo todo, principalmente para quem esperava obter a dupla cidadania e mudar de vida. E a pergunta que não quer calar: será que obter a cidadania europeia na pandemia é um bom investimento? Vem saber mais!

Com o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus, precisamos fazer diversas adaptações em nossas vidas, enquanto outras tiveram que ser adiadas ou até mesmo canceladas.

Dentre quem precisou recalcular a rota da vida estão as pessoas que esperavam obter a dupla cidadania, para assim mudar de vida. Entretanto, após algumas adequações dos países mais procurados, será que obter a dupla cidadania na pandemia é um bom investimento?

Particularmente, nós acreditamos que a cidadania na pandemia é um bom investimento sim, uma vez que você poderá ter os mesmos direitos anteriores, tais como a transmissão para gerações futuras, facilidade para trabalhar, tornar-se um estudante, ter o privilégio de fixar residência e a entrada facilitada para turismo nos países da Comunidade Europeia e EUA e o principal que é residir em um país com estabilidade socioeconômica.

Além disso, a cidadania na pandemia é um bom investimento, uma vez que em épocas como essa, cada país gerencia a crise de forma diferente. Assim sendo, você terá mobilidade global e a oportunidade de estar em um local que se recupere de forma rápida, com fundações econômico-sociais sólidas e que forneçam segurança econômica.

A procura de pessoas interessadas em obter a cidadania europeia no ano de 2020 teve um aumento cinco vezes maior, se comparado a 2019 . Dentre os principais motivos apontados pelos interessados em conseguir a dupla nacionalidade está o fato de aproveitar este momento para agilizar o processo e principalmente pelas incertezas quanto a economia e mercado de trabalho brasileiro quando tudo passar.

Ainda segundo levantamentos, entre as pessoas que procuraram investir na  durante a pandemia encontram-se homens e mulheres de 19 a 60 anos, sendo tanto casais, como jovens recém-formados e ainda aqueles que desejam melhorar a qualidade de vida.

Assim sendo, quem não deseja migrar para um local com melhores condições quando seu país se encontra em crise econômica e em um cenário instável? É por isso que abaixo você vai ver se a cidadania na pandemia é um bom investimento em alguns países que separamos.

Para descendentes de italianos, a cidadania na pandemia é um bom investimento 

No país da bota, por exemplo, o tribunal de Roma permaneceu fechado durante o pico da pandemia e, com isso, diversas ações judiciais para o reconhecimento da dupla cidadania tiveram que ser remarcadas.

Após algumas adaptações recentes, o tribunal foi reaberto e os brasileiros já podem iniciar o processo de cidadania italiana pela via judicial. Desde setembro, as sessões acontecem de uma nova forma, os juízes passaram a realizar sessões virtuais.

Como qualquer ação judicial, o processo estará baseado nos documentos apresentados pelo requerente, então para iniciar o processo pela via judicial, o requerente deve juntar o máximo de documentos, tais como certidões de nascimento, casamento, óbito etc., do parente italiano. Dessa forma, o juiz competente poderá deferir ou indeferir o pedido. Se deferido, será necessário esperar de três a quatro meses para que a comune transcreva a decisão homologando o requerente como cidadão italiano. Ao todo, da ação judicial ao documento em mãos, leva em média de 21 a 24 meses.

Cidadania por investimento, uma alternativa

A cidadania na pandemia é um bom investimento também para pessoas com poder aquisitivo maior.

Para eles, a alternativa nesses novos tempos tem sido a migração de investimentos, um setor em crescimento, onde os pedidos de passaporte não são baseados na nacionalidade ou cidadania, mas sim nos programas de cidadania por investimento, ou CIPs (do inglês citizen-by-investment programs).

Os CIPs oferecem residência ou cidadania em troca de investimentos substanciais na economia de um país, geralmente na forma de imóveis, criação de empregos, desenvolvimento de infraestrutura ou títulos do governo. Alguns exigem que os candidatos criem organizações sem fins lucrativos, empresas que gerem empregos locais ou vivam no país por um determinado tempo. Outros permitem que os candidatos invistam em títulos do governo, imóveis e projetos de desenvolvimento remotamente.

Para conquistá-lo, o processo de due diligence (a investigação prévia) leva de vários meses a vários anos. Normalmente, os candidatos passam por avaliações financeiras e criminais completas para garantir que o dinheiro foi ganho legalmente, antes da aprovação de sua residência ou cidadania.

Mesmo com dados não apurados de forma científica, a Henley & Partners (especialista em serviços de residência) em recente entrevista à CNN Travel, disse que suspeita que o recente aumento no interesse no CIP pode estar relacionado ao coronavírus, questões de saúde e “previsões do fim do mundo” em geral.

Entretanto, esse modelo é direcionado a elite, uma vez que apenas famílias com patrimônio líquido muito alto podem participar desses programas de residência. A clientela CIP tem sido os norte-americanos, indianos, nigerianos e libaneses. Foram eles os que apresentaram os maiores picos de inscrições nos últimos nove meses. Só para que você possa ter uma ideia, os pedidos vindos dos norte-americanos saltaram 700% no primeiro trimestre de 2020, em comparação com o último trimestre de 2019.

E claro, além dessas questões, a cidadania na pandemia acaba sim sendo um bom investimento visto que neste momento, que muitas vezes podemos não ter muitas perspectivas, inclusive pelo fato de termos que manter o distanciamento social e ficar mais em casa. Isso acaba fazendo com que possamos nos dedicar mais a planos futuros, pesquisas quanto ao mercado de trabalho, universidades e todo o necessário para uma mudança. Em resumo, faz com as pessoas ganhem tempo para se preparar, enquanto aguardam o processo, e assim que tudo isso acabar, estejam prontas para começar uma nova vida.

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